Equipamento · desde 2001

O que a escola usa,
e por quê

Ficha técnica você acha em qualquer lugar. O que a gente pode contar é outra coisa: o que aguenta aula todo dia, o que o aluno quebra, o que vale o dinheiro e o que só parece que vale.

São 22 equipamentos, na ordem do caminho de quem está aprendendo. Não é catálogo: preço e estoque ficam na nossa loja, onde eles são sempre verdade.

Por onde começa

A primeira controladora. O aparelho que cabe na mesa do quarto e já ensina o que importa.

DDJ-FLX4 na DJ Ban EMC

DDJ-FLX4

A sucessora da DDJ-400, que foi a controladora que ensinou meio mundo a tocar. São 2 canais, com Smart Fader e Smart CFX pra quem ainda não pegou a mão na mixagem.

O que faz ela valer o lugar é a autonomia: além do computador, ela toca direto do celular. Com um power bank, você monta uma cabine inteira sem tomada por perto.

E ela não te prende a um software: roda no Rekordbox e roda no Serato.

DDJ-FLX2 na DJ Ban EMC

DDJ-FLX2

A porta de entrada da linha. É com ela que muita gente faz a primeira mixagem da vida.

Funciona no computador e funciona no celular, então dá pra começar com o que você já tem em casa.

Não é o equipamento que você vai levar pra cabine de clube, e ela não promete isso. É o equipamento pra descobrir se tocar é o que você quer, gastando pouco pra saber.

O passo seguinte

Tudo-em-um: toca sem computador, com o pendrive na mão. É onde a maioria dos nossos alunos chega.

XDJ-AZ na DJ Ban EMC

XDJ-AZ

nos nossos estúdios

O topo da linha all-in-one da AlphaTheta, e a gente vende aqui desde o lançamento.

São 4 decks de verdade, e dá pra tocar os 4 direto do pendrive, sem computador nenhum na cabine. A tela é touch de 10 polegadas, a mesma pegada da tela do CDJ-3000. Os jogs são grandes, do tamanho que a mão pede.

Ele tem SonicLink, a tecnologia sem fio da própria AlphaTheta, muito mais rápida que Bluetooth comum. É o que faz o fone HDJ-F10 conectar sem cabo e sem atraso.

E ele não é só um controlador: funciona como mixer, então dá pra plugar outros aparelhos nele e montar a cabine em volta.

XDJ-AN na DJ Ban EMC

XDJ-AN

A evolução da XDJ-RR, que saiu de linha. Compacta, tudo-em-um, 2 canais: dá pra tocar com ela em cima de qualquer mesa e ela continua sendo equipamento de cabine.

Tem SonicLink, a tecnologia sem fio da AlphaTheta, que conecta no fone HDJ-F10 sem cabo e praticamente sem atraso.

E ela já nasce ligada na nuvem: toca direto de serviço de streaming e abre biblioteca do Rekordbox guardada no Dropbox ou no Google Drive. Também aceita entrada e saída por Bluetooth, então dá pra ligar o celular nela.

E ela faz duas coisas que nenhum all-in-one tinha feito antes: grava e transmite ao vivo pelo DJM-REC, e toca com os aplicativos de DJ do celular, como o rekordbox e o djay.

XDJ-XZ na DJ Ban EMC

XDJ-XZ

não se fabrica mais

Um trator. Não se fabrica mais, a XDJ-AZ ocupou o lugar dela, mas quem tiver a chance de pegar uma vai ter equipamento de sobra.

Eram 4 canais, jogs grandes, retorno, entrada pra toca-discos e pra CDJ. Um all-in-one que aguentava cabine de clube sem pedir desculpa.

XDJ-RX3 na DJ Ban EMC

XDJ-RX3

É o all-in-one mais vendido aqui na Ban, e o mais procurado por quem chega perguntando.

Tela grande e touch, 2 canais que viram 4 quando você liga o software. Tem entrada pra toca-discos, entrada pra CDJ, Line Input e saída de Booth Monitor: ou seja, ele aceita a cabine inteira em volta dele.

É o ponto onde a pessoa para de ter um brinquedo e passa a ter equipamento.

XDJ-RR na DJ Ban EMC

XDJ-RR

não se fabrica mais

Foi uma revolução de venda no mundo dos all-in-one. Era a porta de entrada da linha: sem entradas externas, tela pequena mas resolvida, e um leitor de Rekordbox muito eficiente pro tamanho que tinha.

O truque dela era o pendrive: um deck tocava enquanto o outro tocava e gravava. Com isso muita gente montou o primeiro set da vida.

Saiu de linha e a XDJ-AN ficou no lugar dela.

OPUS-QUAD na DJ Ban EMC

OPUS-QUAD

Quando a AlphaTheta quis mostrar até onde dava pra ir, ela fez esse. O desenho não parece equipamento de DJ, parece outra coisa, e os jogs são de outro mundo.

São 4 decks tocando direto do pendrive, sem computador. E ele tem uma saída de zona: dá pra mandar um som diferente do principal pra outro ambiente. Uma festa na pista e outra coisa tocando no lounge, saindo do mesmo aparelho.

É o tipo de equipamento que muda o que dá pra aceitar como trabalho.

OMNIS-DUO na DJ Ban EMC

OMNIS-DUO

O tudo-em-um que não precisa de tomada. Tem bateria interna e toca até 5 horas longe da energia, e com um power bank isso estica bem mais.

Toca de pendrive, toca do computador e tem saída de áudio por Bluetooth, o que abre lugar que antes não dava pra tocar: praia, quintal, um casamento no meio do nada.

É compacto de verdade, cabe numa mochila boa. Não é o mais barato da linha, é o mais livre.

O padrão do clube

O que está nos nossos 8 estúdios. É o mesmo aparelho que espera o aluno na cabine lá fora.

CDJ-3000X na DJ Ban EMC

CDJ-3000X

nos nossos estúdios

Foi o player que virou a chave da AlphaTheta. Tela maior, NFC, Wi-Fi embutido pra puxar música direto do Tidal, do Apple Music, do Beatport e do próprio Rekordbox.

Mas o que interessa aqui não é a ficha dele.

Desde 2001 a gente faz a mesma coisa: quando sai lançamento sério, ele entra na sala de aula. Foi assim de novo com o 3000X, e a gente foi a primeira escola do Brasil a colocar esse player na frente de aluno.

É por isso que quem estuda aqui não descobre o equipamento no dia do primeiro show.

CDJ-3000 na DJ Ban EMC

CDJ-3000

nos nossos estúdios

Lançado em setembro de 2020, e foi ele que redesenhou o que se espera de um player.

A tela é grande e touch. Dá pra ouvir a faixa antes de carregar no deck, o que muda a cabeça de quem toca: você escuta pra decidir, não carrega pra descobrir. Mudança de tom em tempo real e 8 hot cues, os mesmos 8 que o 3000X tem.

Está nos nossos estúdios até hoje, e continua sendo o que a maior parte das cabines do Brasil tem instalado.

DJM-A9 na DJ Ban EMC

DJM-A9

nos nossos estúdios

A virada dos mixers da Pioneer DJ. A linha começou com o DJM-500, em 1994, e desde então foi se reinventando mixer após mixer. O A9 é onde ela chegou.

São 4 canais e uma seção de microfone que virou coisa séria: ela tem alimentação phantom, então dá pra ligar microfone condensador direto nele, o que nenhum mixer de DJ tinha antes.

A seção de efeitos e a de filtros são o coração dele. E tem o Center Lock, que trava o ponto central do filtro pra você não passar do ponto sem querer no meio da música.

É o mixer padrão de clube. É por isso que ele está nos nossos estúdios: o aluno aprende no mesmo que vai encontrar lá fora.

DJM-V10 na DJ Ban EMC

DJM-V10

nos nossos estúdios

O mixer que foge do padrão da própria Pioneer DJ, e foge pra cima.

São 6 canais, quando o normal do mercado é 4. Isso muda o que dá pra fazer: sobra espaço pra entrada auxiliar, pra mais gente na cabine, pra montar um set em camadas em vez de só trocar de música.

Os filtros trabalham junto com os efeitos, e é aí que ele fica diferente de tudo. Quem gosta de construir o set ao vivo, e não só encaixar faixa, joga nele.

DJM-450 na DJ Ban EMC

DJM-450

não se fabrica mais

Mixer de 2 canais, pequeno e sem gordura nenhuma.

Tem os efeitos da casa, saída balanceada e entrada pra dois toca-discos ou dois CDJs. Ou seja: cabe em qualquer canto e ainda aceita um setup de verdade em volta.

Não se fabrica mais, mas quem tem um não tem motivo pra trocar.

RMX-1000 na DJ Ban EMC

RMX-1000

nos nossos estúdiosnão se fabrica mais

A junção de uma bateria com um módulo de efeitos, numa caixa só. Isso mudou a discotecagem: o DJ deixou de só tocar a música e passou a montar coisa em cima dela ao vivo.

Não se fabrica mais e continua sendo procurado por DJ no mundo inteiro, o que já diz o tamanho do que ele fez. O RMX-IGNITE é o filho dele.

O nosso segue nos estúdios, e aluno que quer entender efeito de verdade passa por ele.

RMX-IGNITE na DJ Ban EMC

RMX-IGNITE

nos nossos estúdios

A evolução do RMX-1000, que virou padrão de efeito e de bateria em cabine no mundo inteiro.

O que ele faz é simples de explicar e difícil de largar: te deixa criar em cima de uma música que já está pronta. Você entra com bateria, com efeito, com quebra, e a faixa deixa de ser só a faixa.

É o que separa um set que toca as músicas de um set que faz alguma coisa com elas.

Software

Onde a música mora. É aqui que a busca é maior e a confusão também.

Ableton Live Suite na DJ Ban EMC

Ableton Live Suite

nos nossos estúdios

O software onde a música acontece. Toda a biblioteca de sons do Ableton, sem assinatura: a licença é sua e não vence.

Existem dois jeitos de comprar: direto no site da Ableton, ou aqui na Ban, parcelado em 10 vezes sem juros no cartão. Quem faz curso de produção com a gente ainda tem desconto.

A licença que a gente vende é a educacional, que é a mesma licença completa. A única diferença é que ela não pode ser transferida pra outra pessoa. Como a Ban é escola, a gente pode oferecer essa condição.

Ela cobre todas as atualizações da versão 12. Quando sair a 13, a atualização é paga, e aí você decide se vale.

É o mesmo software que a gente usa nos cursos de produção. Quem compra aqui aprende no lugar onde vai trabalhar.

Serato DJ Pro e DJ Suite na DJ Ban EMC

Serato DJ Pro e DJ Suite

nos nossos estúdios

Um dos softwares mais completos pra quem toca. Ele roda com controladora, com CDJ e com toca-discos, e é o caminho de quem quer tocar por timecode.

Tem um detalhe que pega muita gente: quando você compra uma controladora que "já vem com Serato", a licença fica presa naquele aparelho. Trocou de equipamento, tocou na casa de um amigo, quis usar num setup diferente, acabou. Pra o software ser seu de verdade, em qualquer lugar, é preciso comprar o Serato DJ Pro.

É por isso que a gente vende. Em 10 vezes sem juros no cartão, ou com desconto no PIX.

O Pro é a raiz, o que você usa pra tocar. O Suite é o Pro mais as expansões: Pitch 'n Time, que muda o andamento sem estragar o tom · FX, o pacote de efeitos · Video, pra quem toca imagem junto com o som · e DVS, o timecode, que libera tocar em toca-discos e CDJ.

Quem só vai tocar, o Pro resolve. Quem vai encostar em toca-disco, em timecode ou em vídeo, o Suite sai mais em conta do que comprar expansão por expansão depois.

Produção musical

O que a gente usa do outro lado: quando a pessoa para de tocar a música dos outros e começa a fazer a dela.

Controladores MIDI na DJ Ban EMC

Controladores MIDI

nos nossos estúdios

Aqui a gente tem várias opções com custo-benefício de verdade: Akai MPK225, Alesis VI25, M-Audio Oxygen e M-Audio Oxygen Pro.

A lógica é a mesma em todos: pads pra bater a ideia, knobs pra mexer no som com a mão, e teclas pra tocar a melodia. É o que tira a produção de dentro do mouse.

Quem produz sabe a diferença: com o controlador na frente, você faz em cinco minutos o que levaria meia hora clicando.

O que vai na mochila

Fone e pendrive. O que o aluno carrega todo dia, e o que a gente vê quebrar.

Fones HDJ na DJ Ban EMC

Fones HDJ

A linha de fone da Pioneer DJ, e ela cobre a estrada inteira.

O HDJ-CUE1 é a entrada, pra quem está começando e não quer gastar o que não tem. No topo está o HDJ-F10 TX, com SonicLink, que conecta sem cabo e sem atraso nos equipamentos que falam a mesma língua, como a XDJ-AZ e a XDJ-AN.

No meio do caminho estão o X10, o X7, o X5 e o CX. Muda o isolamento, muda o material, muda quanto tempo você aguenta com ele na cabeça.

AIAIAI TMA-2 na DJ Ban EMC

AIAIAI TMA-2

Fone modular. É a ideia mais inteligente que a gente viu em fone de DJ: cada parte é uma peça separada, então o que quebrar você troca, em vez de comprar outro fone inteiro. Arco, almofada, falante, cabo.

Quem toca sabe que fone morre pelo cabo ou pelo arco, quase nunca pelo som. Aqui isso deixa de ser um fone perdido.

A versão sem fio usa transmissão de baixa latência, e essa é a diferença que importa: Bluetooth comum serve pra ouvir música e assistir série, não pra tocar. Em cima do palco, o atraso do Bluetooth te atrapalha na mixagem.

São quatro caminhos: o XE é a entrada, o Move é o do dia a dia, o Studio é pensado pra produção e o DJ é feito pra cabine.

Fone Deejay ST-80 na DJ Ban EMC

Fone Deejay ST-80

O melhor custo-benefício que a gente conhece pra quem está começando a levar a sério.

Ele foi feito pensando em DJ: o grave não estoura fácil, que é onde fone barato entrega o defeito. Dá pra tocar várias horas com ele sem a orelha pedir arrego, e o acabamento aguenta o tranco de ir e voltar na mochila todo dia.

Na dúvida sobre qual comprar?

A gente ensina a tocar como DJ desde 2001 e vê todo dia quem comprou certo e quem comprou errado. Chama no WhatsApp e conta o que você quer fazer. A resposta é honesta, mesmo quando ela é “ainda não compra”.